domingo, novembro 11, 2007

Presente (Album - Os Mutantes) Download free!!!

Os Mutantes - 1968Clique Aqui para fazer o Download
Senha: rockprogressivobr

MUTANTES (Polydor, 1968) - Produção: Manoel Barenbein.Primeiro álbum do grupo. É o disco tropicalista da banda. Espécie de carta de princípio, reúne, em suas 11 faixas, um pouco das propostas e possibilidades futuras. Com arranjos de Rogério Duprat e as participações de Jorge Ben no violão e voz, e do baterista Dirceu, o faz um mixer das propostas "fundamentalistas" da Tropicália - Panis et Circenses, Bat macumba e Baby - com a irreverência anárquica dos Mutantes. Fazendo de todos os absurdos, todas as incosequências: possibilidades - confrontar o principal parceiro de Luiz Gonzaga, Humberto Teixeira (Adeus Maria Fulô) com a existencialista-pop Françoise Hardy (Le Premier Bonheur du Jour); misturar Jorge Ben (A Minha Menina), com uma versão (não creditada, do pai César Dias Baptista) de uma semi-conhecida canção do grupo norte-americano The Mamas and The Papas (Tempo no Tempo / Once There was a Time i Thought) a uivos pré-históricos em homenagem a Gengis Khan (Ave Gengis Khan) e uma paródia kafkaniana (Senhor F). Completam o álbum: O Relógio e Trem Fantasma.

Fonte: Arnaldo Baptista

quarta-feira, novembro 07, 2007

Satisfeito com o meu TX-5 DsPlus (my first organ!)

Comprei em Julho desse ano e só agora vou postar algo sobre...

Especificações Técnicas:
Teclado de 61 notas - com opção de sensibilidade à velocidade do toque, com 4 curvas de dinâmica. Gerador dsPLUS com 3 seções (UPPER, LOWER e PEDAL); Polifonia de 32 notas; Duas seções de "Drawbar" (independentes e roteáveis para qualquer seção); Presets reprogramáveis de "Drawbar" para acesso rápido; Recurso Keyboard Split; Percussão Monofônica ou Polifônica de 4' , 2 2/3 ' com controle de intensidade e ataque; Transposição programável e deslocamento de oitava independente por "Split"; Recurso "Key Click" - Simula a geração de som das comutações mecânicas dos órgãos antigos; Memórias Globais; Reverberação; Tube Overdrive - Simula a distorção dos amplificadores valvulados; Vibrato Scanner & Chorus (V1/C1 - V2/C2 - V3/C3); Sustain ( release ) - programável Efeito Rotary Speaker (incluindo efeitos de aceleração/desaceleração como nas unidades mecânicas); Entrada para "Foot Switch" - com função programável; Midi (IN, OUT, THRU); Entrada adicional MIDI para pedaleira externa; Saída de Linha ( L / R ); AC 110 / 220 Dimensões - ( 1100 x 400 x 130 ) mm Peso - 15 kgr
EFEITO ROTARY SPEAKERO recurso ROTARY SPEAKER simula uma caixa rotatória. Estão disponíveis no TX-5 parâmetros de configurações que darão um maior realismo a este efeito, exemplo, a velocidade de giro dos alto-falantes, o sentido dos rotores, à distância e angulação de um microfone, como este, estivesse captando o som da caixa.

Copyright 2006 © TOKAI. All rights reserved.


...É na verdade um grande simulador do Hammond, comprei na HENDRIX MUSIC... mudou totalmente a sonoridade dos trabalhos que participo, é uma revolução com certeza no mercado, por ser um organ nacional e de alto nível, o qual muita gente famosa tá usando como exemplo ARNALDO BAPTISTA. ALLEX BESSA uns dos melhores músicos da atualidade! e muito, muito respeitado por muita gente! entre outros...
















Vou gravar Roni Moraes e stereovitrola com o TX-5, já fiz algumas faixas já com ele e espero que vcs gostem do resultado. Abraços!
Vou postar os mp3 quando aprontar os singles.
ipoliphonic@gmail.com

quarta-feira, outubro 10, 2007

Public Image



Poliphonic Records
R$ 250,00 (Faixa)
Ensaios
Produção Musical
Edição de trilhas
E outras cositas mas!

quinta-feira, setembro 20, 2007

SenhorF (Materia sobre o 2°SeRasgum)

Festival 'Se Rasgum no Rock', em Belém, confirma força da cena do Norte
A segunda edição do festival “Se Rasgum no Rock foi marcada com vários momentos emocionantes. Mas sobretudo, foi um grande aprendizado para os jornalistas locais, bandas e para os produtores do evento.
Um dia antes dos shows, na sexta-feira (14), aconteceu um debate sobre o rock independente com a participação dos jornalistas Alexandre Matias (jornal Estado de São Paulo), Pedro Alexandre Sanches (revista Carta Capital) e Alex Antunes (revista Rolling Stone). Nas paredes do auditório do Instituto de Artes do Pará ficou impregnada a informação que as bandas de rock independente do Brasil precisam, de qualquer estilo, se divertir mais em cima do palco. E parece que o recado foi, realmente compreendido.
Já na primeira noite de shows, no sábado (15), um longo atraso nas apresentações acabou deixando o público e as bandas ávidas por diversão. Principalmente, no meu caso, que aproveitei para fazer algo absurdo, criei na minha cabeça a necessidade de cobrir o festival de uma forma inusitada, o de uma pessoa que passa a noite se tatuando e se desespera para ver todos os shows. E assim, aconteceu.
Mas antes de começar a sessão, ainda pude assistir claramente ao ótimo show das bandas locais Quimera Porfia e Malachai, que representam muito bem a variedade da música paraense. A primeira com letras politizadas, mas sem encher o saco, com uma sonoridade que lembrava muito o Pearl Jam, e a segunda completamente psicodélica e meio rural, lembrando um pouco de Raul Seixas e Mutantes.
Agora sim, começando a sessão de prazer e tortura. No palco maior, começa a rolar o show da Johny Rock Star e as agulhadas começam a correr a parte da frente, da minha canela esquerda. Já pedi para o tatuador e amigo Barelli parar para assistir um pedaço do show. Os muleques estavam afim de rock e diversão e foi o que aconteceu. Voltei e continuei, mas ao mesmo tempo, outra surpresa no palco dentro do African Bar, a nova sede do festival. Os representantes de Roraima, Mr. Jungle. Rockão, com refrões pegajosos, como no caso da música “Mister Rock’n’Roll”. Impressionante.
Outra grande surpresa do sábado, foi o show da banda Cabaret. Quando os cariocas subiram no palco principal, preferi continuar o que se transformaria em algo sensacional na minha canela. Mas logo depois, me arrenpendi em ter ficado para tomar as agulhadas naquela hora. No meio do show sobe a musa Marisa Brito (vocalista da banda A Euterpia) para cantar a música “Amor e Guerra”. Nessa hora, fiquei maravilhado com a doce voz de Marisa, que acalentava a minha dor.
Depois do Cabaret, os integrantes da banda paraense ION mostraram vitalidade e muita energia com o rock industrial. 300 BPMs e parei para assistir o show. Um dos melhores da primeira noite.
Outro momento importante do sábado, foi a minha primeira chance de assistir um dos shows mais comentados do rock independente nacional, Macaco Bong. Já no meio da finalização da tatuagem, eu pedi para parar um pouco, para assistir os cuiabanos. Nossa, que show! Era tudo ao mesmo tempo a dor na canela, a energia dos músicos e a interação com o público. Inesquecível, o show do Macaco Bong em Belém.
Quando entraram os músicos da banda Móveis Coloniais de Acaju, eu já tinha me libertado e pirado com a minha nova tatuagem: Chamas na canela e “GABBA GABBA HEY”. Completamente, afim de me divertir, tive essa chance com os candangos e o ska alucinado. Tanto o público quanto a banda saíram e se divertiram muito. Ou seja, adeus as dores na perna tudo era rock’n’roll. E foi assim, até o final da primeira noite.
No meio da madrugada, do sábado para o domingo, eu fiquei maravilhado com a apresentação da banda paraense Madame Saatan. Felizes pela chegada do CD, os músicos se divertiram imensamente. Parecia que eles tinham incorporado o espírito do rock. Principalmente, a vocalista (Sammliz), que estava tinindo.
A banda Cravo Carbono mostrou também porque foi um dos melhores shows do Calango (Cuiabá) deste ano. Muita guitarrada com rock e pop. Diversão garantida.
Para continuar o nível, era vez do MQN. Mesmo às quatro e meia da manhã, Fabrício Nobre e companhia provaram porque fazem um show de rock de verdade. Cervejas na cara de todo mundo era um dos ingredientes colocados na receita dos goianos.
Para finalizar, o sábado e já quase na metade da manhã do domingo, começou o thrash metal muito bem feito da banda paraense Telaviv. Mesmo com público bastante diminuído, eles tocaram com muita garra. A minha única lástima foi não ter conseguido assistir o show da banda Telesonic, mas as músicas da banda foram a minha trilha sonora, misturada com dor e prazer.
Já estabelecido e muito feliz com a minha nova tatuagem, estava pronto para assistir os shows do domingo. Mas a minha ressaca fez com que eu perdesse os shows das bandas Superjack e Hebe e os Amargos. Porém, cheguei no final do indie rock muito bem feito do Stereovitrola, direto de Macapá.
Os StereoScopes vieram depois no palco principal e se divertiram muito e contagiando o público, que começava a lotar o African. Outra banda paraense que também está pronta para alçar novos vôos é a Attack Fantasma. A cada show, os músicos estão mais integrados. Pop rock feito de maneira especial. Mais um excelente representante da geração do município paraense de Castanhal, de onde saíram Suzana Flag e Telesonic.
Mesmo com toda a diversão garantida, que se transformou no espírito do festival. Subiu no palco a banda pernambucana Sweet Fanny Adams. Sinceramente, um dos shows mais chatos que já assisti na minha vida. Mas vamos pular essa parte.
A banda paraense Sincera, mesmo sendo considerada emo por alguns, fez um show energético. Se isso for emo, ou não, o importante é que a mulecada está muito afim de pirar num show de rock.
Agora era a vez, de um momentos inesquecíveis do festival, Os Delinqüentes sobem no palco principal. Eu nunca vi na minha vida, mesmo já assistido vários de hardcore, de bandas nacionais e gringas do estilo, uma roda punk tão grande. Jayme Catarro é um dos frontmen mais enlouquecidos do Brasil.
Agora, era uma cacetada atrás da outra, ou seja, era a vez dos Rennegados. A sensação, que todas as pessoas tinham, era que aquela noite tinha começado com os Delinqüentes e ganhou força com a banda Rennegados. Outro grande representante do hardcore paraense.
A felicidade era tanta, o African lotadaço, um noite bela, e iria começar um dos momentos mais aguardados por todos que estavam ali, Nashville Pussy estava na cidade. O que eu posso escrever sobre esse show: Uma aula de rock? Mulheres com rostos lindos tocando de forma alucinada? Ou que mesmo com o calor estávamos na cidade do rock? Na verdade, era tudo isso junto. Quem esteve lá sabe muito bem responder essas perguntas.
Bandas, jornalistas e produtores de todo o país ficaram impressionados com os 40 minutos da banda norte-americana, que terminou com cordas da guitarra arrebentadas.
Depois de uma aula intensa de como fazer um show de rock, os locais do Norman Bates continuaram o nível. Com um show de alto nível. Também já pude assistir vários shows do Norman, mas esse com certeza foi um dos melhores.
Muita coisa ainda iria acontecer no domingo, e isso ficou claro com o show da La Pupuña. Rock, merengue, guitarrada, e com todo mundo no mesmo clima; o festival já tinha conquistado o objetivo, isto é, mostrar duas coisas: o alto nível das bandas independentes nacionais e o como o público paraense está pronto para receber e se divertir (a palavra de ordem de todo o festival) com todos os tipos de música.
A diversidade foi mantida com o Coletivo Rádio Cipó. Música da periferia paraense, com música eletrônica, mais as performances dos eternos Mestre Laurentino da Gaita (quase 90 anos de idade, mas com o espírito de um moleque de 15 anos de idade, tamanha a vitalidade) e da Dona Gorete (uma das vozes mais lindas do Brasil).
Com mais de duas mil pessoas lotando o African, acontece nesse momento algo surpreendente, que impressionaria a todos e que serviria para passar de vez as minhas dores na canela. O espetáculo criado pelo Cordel do Fogo Encantado.
Com o cenário montado especialmente para este show, havia uma borboleta gigante de espuma pendurada com corpos de pessoas, feitas de papel, penduradas e sem contar a iluminação marcada pela luz azul, tudo baseado na capa do terceiro CD da banda, “Transfiguração”. O show foi algo, para quem assistiu, inesquecível, parecia que estávamos em algum culto religioso. Mãos para cima o tempo inteiro, todos cantando e se emocionando juntos.
Sinceramente, palavras nunca conseguirão descrever o que foi o show do Cordel do Fogo Encantado em Belém. O vocalista Lirinha não parava de falar da importância da cidade ser abençoada, e acima de tudo, por ser cercada pela bacia do Guajará: “É uma cidade aquática e maravilhosa”. Além disso, ao final de cada música, ele sempre agradecia à Deus. Foi simplesmente LINDO o show.
O espetáculo na verdade poderia ser dividido em duas partes, a performance de Lirinha e a dos percussionistas. O festival terminou em grande estilo. Mas mesmo assim ficou desfalcado, pois não houve as apresentações das bandas A Euterpia e Suzana Flag.
Em contra-partida, ficou claro que estamos vivendo um momento da música independente nacional. Várias bandas paraenses estão prontas para alçar novos vôos. E só para manter o nível: A diversão e satisfação foram garantidas. (Sidney Filho)

terça-feira, setembro 11, 2007

"Umbora Gravar"

Por Heluana Quintas
O PARCEIRO
Desde as primeiras discussões sobre a viabilidade e as estratégias para articular o Estado do Amapá no movimento nacional de cultura alternativa, através do Circuito Fora do Eixo, de imediato um parceiro cujas experiências, os dados técnicos e um discurso de política cultural afinado se prontificou junto à:
GALERA
Muito embora ele pudesse se omitir das discussões em favor de um dialogo mais empresarial e menos engajado, o Poliphonic Record´s optou por compor com o Coletivo Palafita uma frente sistemática e incentivadora da música independente no Estado, que invoca investimentos arriscados, tempo e muita, muita confiança nos músicos, produtores musicais e toda a galera que esse seguimento comporta – e o Palafita ta no meio dessa galera, ou melhor esta ao lado dela. Mas eis que surge:
A PERGUNTA
Em troca de que um pessoal que já tem uma estrutura considerável para atuar no seguimento musical toparia despender seu tempo e recursos nessa empreitada que é estender o Circuito Fora do Eixo ate o Amapá E eis que se ela se apresenta. Com vocês:
A RESPOSTA
A resposta esta fincada na pedra fundamental do Poliphonic Record´s. Em outras palavras, para saber as razoes contidas na credibilidade por ele depositada na musica autoral independente e no Circuito Fora do Eixo é preciso saber um pouco da historia do Poliphonic, que no inicio era:
O QUARTO DO PPEU E DO OTTO
Na época os dois irmãos eram músicos do Studio Preveiw, onde adquiriram conhecimento sobre gravação digital e a logística que envolveria um trabalho de estúdio. Nessa tempo, seria bom se o Ppeu disparasse simploriamente a frase:
“EI, MÃE, EU QUERO UMA GUITARRA ELÉTRICA”
Mas ele preferiu contar pra mãe que pararia a educação escolar formal pra estudar em casa outras disciplinas: a musica e a técnica de gravação. Ao mesmo tempo o Otto chegava por outro lado, pedindo pra aumentar o quarto, arredar essa ou aquela parede, porque a grana que os caras faziam trabalhando em studios foi sendo aos poucos transformada em equipamentos. Com o tempo, eles já precisavam de mais espaço, e o quarto deles, mais o da mãe deles virou:
O STUDIO GENEZIS
Aí eles resolveram colar as cubas de ovos no teto e nas paredes - por causa da acústica e pra reduzir problemas com a vizinhança – alugaram uma mesa de som e começaram a botar pra 18, gravando trampos como o primeiro álbum da Genezis, da Sangria e Degrau Norte. O que rendeu uma mídia espontânea. E de repente aquela casa:
“ERA UMA CASA MUITO ENGRAÇADA”
A residência adquiriu uma metade barulhenta, movimentada, cheia de músicos, com uma mulecada entrando e saindo. E, depois de longas horas colocando instrumento por instrumento em cada uma das faixas, lá estava, embalando-se numa cadeira cantarolando Valeria, da banda stereovitrola, a mãe do Ppeu e do Otto. Com esse apoio incondicional, havia chegado a hora de ter mais uma boa conversa com os pais e decidir o futuro daquele espaço. Foi então, que o Otto chegou com a novidade: o studio Genezis seria transformado em selo. O pai curtiu, achou uma boa idéia, mas ate ai ele não sabia que precisaria mudar de residência. Foi quando nasceu:
O POLIPHONIC RECORD´S
A casa inteira foi tomada pela musica, pra completar o studio de ensaio Underground – também, desde sempre, nosso parceiro – resolveu se integrar. E o que era studio de gravação virou um selo em sociedade, encabeçado pelos irmãos Otto e Ppeu e mais o Tássio, do Underground.
Atualmente, o studio esta gravando músicos que já demonstram trabalhos consolidados na cena local como stereovitrola, Sangria, Naldo Maranhão, Roni Morais, SPS12, Marttyrium, Sagras, Ecleziasthe, Shammah, Samsaramaya, No Control... e, é claro, o segundo álbum da Genezis.
Dispondo de Sistema Protools de gravação, Mesa Studio R de 32 canais, com sala para Pré-produção (15 contos a hora de ensaio), Produtores musicais e músicos, funcionando de 08 a 21 horas e oferecendo serviço de recepção e agendamento para sua banda não ficar esperando, o Poliphonic oferece ainda, para aliviar a parte do musico, gravação no valor de R$ 250, 00, o menor da cidade e, pra facilitar mais, conversando ainda rola um sistema de escambo.

segunda-feira, agosto 20, 2007

Genezis Live

Fotos: Heluana Quintas



quinta-feira, junho 21, 2007

Genezis

Estamos divulgando o novo cd da GENEZIS. (Macapá - AP)

(Alternativo/Britrock )
LeadVoz: Daniel Lima
Bass: Tássio Callins
Guitar: Ppeu Ramos
Keyboard/Samplers: Otto Ramos
Drums: Ivan Dias
Produção: Heluana Quintas e Bruna Nascimento
CD 2 - GENEZIS

Produção Executiva: Heluana Quintas de Lima
Produção Musical: Otto Ramos & Ppeu Ramos
Pré Produção no Estúdio Underground [Mcp-AP]Gravado por Ppeu Ramos no Poliphonic Records Pro-Tools LE 32 canais [Mcp-AP]Studio Gênesis [Stn-AP] e no Chama Records [Mcp-AP].
Assistente de Gravação: Daniel Lima
Roadie’s: Denis e Onny Ramos
Projeto Gráfico: Ronix777
Fotografia: Heluana Quintas de Lima
Mixagem por Ppeu Ramos no Poliphonic Records [Mcp-AP]
Masterização: Dinho Smith [Stúdio Gênesis - STN]

Participações Especiais:

Pc Segundo: Drums [Faixas: 03, 04, 05, 07]

Jair Mattos/ Guitarra [Faixa 06]

Rafael Febarth: Back-Vocal [Faixa: 04 e 09]

Marcos Fernandes: Bass [Faixa: 06 e 10]

Junior Miagi: Bass [Faixa 05]

Ivan Dias: Drums [Faixa 06 e 10]

Músicas:
01- Eis-me Aqui [Letra: Daniel Lima / Música: Ppeu Ramos]

02- Saudade [Letra: Daniel Lima / Música: Ppeu Ramos e Otto Ramos]

03- Mesmo assim [Letra: Daniel Lima e Otto Ramos / Música: Ppeu Ramos]

04- Velha Casa [Letra e Música: Otto Ramos]

05- Mais perto [Letra Daniel Lima / Música: Ppeu Ramos]

06- Cristo vive em mim [Letra: Daniel / Música: Ppeu Ramos e Marcos Fernandes]

07- Eu vou [Letra: Daniel Lima, Otto Ramos e Marcos Fernandes / Música: Otto Ramos]

08- Mais de Ti [Letra: Daniel Lima/ Musica: Anunciai]

09- Farei de Tudo [Letra: Daniel / Música: Ppeu Ramos]

10- Purifíca-me [Letra: Daniel Lima e Otto Ramos / Musica: Otto Ramos]

11- Angelis [Otto Ramos]

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

“A oportunista que sempre chega quando você sai”

Então acabou mais uma temporada a dois...e tudo volta ao “normal”...eu aqui em casa e vc aí na sua cama que por semanas foi nossa, e já não suporto mais tanta ausência, sei bem que esta noite será longa e dolorida, pois quando teu corpo desfalece, eu guardo teu sono, beijo tua alva pele e me entrelaço nos teus fios de ouro até chegar o encanto do sono, e me entrego também, pois adormecer nos teus braços por muito tempo foi o sonho de um menino simples e fiel ao teu amor.
Ah anjinho...”Até quando?” Me perguntas... “Por onde começar? Tantos gênios lá fora...”e o tempo também não pára, nem oscila... parte de mim cai ao chão quando me encontro de mãos vazias na sua frente, e logo agora! Quando mais preciso de peças pra te manter ao meu lado, como a paciência e discernimento, da manutenção do seu sorriso de “sininho, da louca vontade de ser teu pra sempre...me desespero sim meu bem, quero ser sempre suficiente a ti, me sentir como o sol [sunshine], me sentir eterno como a eterna canção de um amor eterno que fiz à você...A esta hora estávamos sorrindo...brincando de amantes...assistindo juntos um bom filme...[nossa, que saudade do ontem]...das suas brincadeiras sinceras com sorriso de entrega, com seu modo de mostrar o infinito que há pra nós, mova meu coração até seu colo e faça-me dormir novamente, diga que também tens medo da ausência e do medo de perder o sorriso sincero.
Permita-me entrar pela porta da sua casa-coração e me entregar mais do que nunca, me derramar nas bordas dos teus vestidos, colher teus traços, tua magia, teus encantos meu amor, me sinto teu como teus olhos ‘clarão azulado’ ...Não impeças que o meu amor sobreviva diante das adversidades, amor este que já foi um soldado ferido e que hoje veio receber suas medalhas por está vivo até aqui, este mesmo soldado que munido da certeza de longos [e bem vívidos] dias, comprara sua moradia num lindo vale verde [o dos seus sonhos] , pois sabe que é eterno desde então.
Te amarei por toda eternidade, morro dentro de mim quando a oportunista ausência se apresenta, mas vivo permanecerei até o ciclo completar, e num sorriso te abraçar e dizer-te que todo o meu amor é seu, e este amor achará pastagem ao nosso redor, viverei todos os dias ao teu lado, cuidando da sua alegria, de todos os seus sonhos,[pena que eles deixarão de existir,]subirei até o mais alto monte, ao lugar mais distante pra te trazer a rosa do amor, com aroma de fidelidade e companheirismo, pois tu és tudo o que sempre quis ter...meu anjo...meu amor...


À Heluana Sunshine.
[Otto Ramos]
...final de janeiro de 2007

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Poliphonic Records



Então moçada, o stúdio [q mais tarde será um selo] Poliphonic, está d portas e canais bem abertos pra receber a galera q está afim d gravar seu trampo, fizemos um investimento d final d ano e compramos a Placa Delta 1010 [dez entradas e dez saídas] junto com o sistema PROTOOLS LE de gravação, quem conhece sabe q é o melhor sistema de gravação da atualidade...
Como explicitado no blogspot do coletivo, estamos com a mesma proposta de incentivo aos trabalhos independentes aki no Amapá, disponibilizamos instrumentos, músicos, gravação, mixagem e masterização tudo por 2.000.00 contos! ...melhor do que isso é impossível, temos o prazer d ver a matriz na mão da galera por um custo baixo/acessível, tendo em vista q no mercado regional esses trabalhos giram em torne d 5.000.00 contos até pra mais...enfim, algumas bandas já estão fechadas pra este trimestre com é o caso da STEREOVITROLA, MARTTYRIUM, SAMSARA MAYA, SPS12, NDA, PALHETA PERDIDA, CORLEONES[todas no Grito Rock Amapá]...e artistas como NALDO MARANHÃO que estou produzindo...um puta trabalho..muito lindo mesmo...e não menos brilhante RONI MORAES com seu mar d criatividade...Portanto, liguem, vamos trocar uma idéia e esquentar a cena independente no Estado. Força moçada!


ENTRE EM CONTATO:


9117-8367- OTTO RAMOS
3242-8306- PPEU RAMOS

ipoliphonic@gmail.com
www.ottotakk.blogspot.com

sexta-feira, janeiro 05, 2007

Vão pra lá!

Galera este Blogspot está desativado por enquanto, pois estamos organizando o GRITO ROCK AMAPÁ...confiram...abraços!



terça-feira, outubro 31, 2006

Dub Side of the Moon, São Paulo

...

Vou escrever mais sobre esse trampo...pois agora tõ sem tempo...mas, é uma banda que faz tributos a grandes nomes...e inclusive, o OK COMPUTER todo em reggae/dub...perfeito...

segunda-feira, outubro 23, 2006

David Gilmour...na Ilha



David Gilmour é citado como o mestre melódico de tds os tempos, quando se indaga qual guitarrista mais melódico, aquele com solos q invadem a alma e sela na cabeça pro resto da vida...é o nome dele q vem em primeiro. Dono de um timbre singular, um home stúdio em cima d uma balsa no traquilo rio Cambridge em Londres, onde compõe, produz e grava...
Ele quase me transformou num guitarrista, na verdade, fui um guitarrista por pouco tempo até passar a bola pro Ppeu e depois assumir o syntetizador...Ele (o Gilmour) é fantástico, sensível, criativo e humilde (diferente do Roger...m perdoem os fãs, mas eu não engulo esse figura até hj...)mas, faz parte d td o q o Pink fez e faz...Mt loko o On An Island! excelente!


David Gilmour 1978
About Face 1984
David Gilmour in Concert 2002
On an Island 2006

quinta-feira, outubro 05, 2006

Vídeos td mês

Astronomy Domine (LIVE ´67) - Pink Floyd


Pink...

Vou fazer uma homenagem todo mês colocando um vídeo do Pink Floyd nesse espaço, comentem, escrevam sobre a banda, sobre o blog...enfim, participem!!! Abraços!!!
Syd Barret First Acid Trip Summer '66



Esse é realmente emocionante, onde Barret sai com amigos e uma câmera, gravam coisas aleatórias e dá nisso...um dos mais vistos vídeos dele...encantador...

Shine On You Crazy Diamond

Lembre-se de quando você era jovem
Você brilhava como o sol
Continue a brilhar, louco diamante
Agora há um olhar em teu rosto
Como buracos negros no céu
Continue a brilhar, louco diamante
Você foi pego no fogo cruzado
Entre a infância e o estrelato
Arrastado pela brisa de aço
Vamos, alvo de risos distantes
Vamos, estranho, lenda,
Mártir, e brilhe!
Você buscou alcançar o segredo cedo demais
Você quis o impossível
Continue a brilhar, louco diamante
Ameaçado pelas sombras á noite
E exposto á luz
Continue a brilhar, louco diamante
Bem, você desgastou suas boas-vindas
Com precisão a esmo
Cavalgou a brisa de aço
Vamos, festeiro, visionário
Vamos, pintor, tocador de gaita,
prisioneiro, brilhe!
Backspace ~ FLOAT ~

Esse vídeo é exatamente a idéia de clipe que gostaria p/ meu trabalho...genial...perfeito, efeitos misturado a animações, uma linguagem que me fala muito...e a trilha foi perfeita...

quinta-feira, setembro 21, 2006

Impresionante!!!

Ludovic (Goiânia Noise) - CVV

Devido às letras e sonoridade (sem mencionar as performances ao vivo da banda), o Ludovic se mostrou TOTALMENTE diferente do que costumamos ouvir nos "clones" do rock nacional nos dias de hoje, sendo uma das POUCAS e ÓTIMAS bandas nacionais dos últimos tempos. (Youtube)
STEREOVITROLA - BENJAMIN LIVE

Sabe quando agente esbarra em algo de verdade (tipo quando c está em uma loja de cd atrás de coisa boa) e d cara gosta logo da capa, depois ouve o som (beleza! é isso!!!) e ainda saca a moçada sangue bom q é esses mulekes do STEREOVITROLA...Sempre tiro barato apresentando o Cd deles e dizendo ser uma banda de Sampa...e aí depois, digo: " Se liga mermão! esse trabalho é daki! do Amapá!!!" trabalho de verdade e que já está levantando um longo vôo daki pra bem longe, levando a nossa cultura alternativa, renovando os sonhos d todos que ainda vão tirar a bunda do banquinho de bar e gravar sua música, seu som...chega d tocar o que td mundo q ouvir...q toque, mas tb produza, e com vontade e amor, por este cenário, por essa terra. Viva o STEREOVITROLA!

OtTO-Genezis

quinta-feira, setembro 07, 2006

Um 27 do 03

Um 27 do 03

Quanto tempo...mas foi em 2004!... e ficaram imagens de um tempo lindo onde saíamos tds no carro do Cid (Cabacid) dando um rolê pela MacapáCity...e este vídeo foi feito pelo Buba e a Carol Assis no Liverpool, numa noite ímpar(era meu aniversário tb)a The Malk tocando, mt gent q mora em Belém como Alê, Jamile, Mareco e etc... onde me emocionei mt com tds vcs...
O vídeo fala por sí próprio...espero q gostem...comentem. Abraços!

segunda-feira, setembro 04, 2006

Travis(Why Does It Always Rain on me?(live@Glastonbury 00)


Essa semana eu ouvi (ou melhor, matei a saudade dela) durante longas horas, e trata-se de Why Does It Always Rain on me? (TRAVIS) com uma harmonia genial, com solo de ciello, e uma levada encantadora...bom, o Lúcio (compa d movimento e mora em Castanhal...ou será Marabá...hum)...o importe é que ele me emprestou o dvd Singles em 2004 numa fase bela da minha vida(pois passei a refletir em mts coisas e militei no ME)...e sabe aquelas segundas em que vc acorda com um desejo d ouvir uma determinada música, pois é, claro q isso sempre rola comigo, como por exemplo a fase No Surprises, a Shine you crazy diamond, a fase Yellow...A letra é genial/verdadeira...mas o mais belo é q as coisas sempre soam diferent, e a cada ano, as diferenças são mais gritants...ouço d outra forma essa canção.Enfim...a música...o clipe...o live...


Why Does It Always Rain On Me? (Travis)


Não consigo dormir esta noite
Todo mundo está dizendo que está tudo bem
Mas não consigo fechar os meus olhos
Eu vejo um túnel no final de todas essas luzes...
Dias de sol, para onde vocês foram?
Eu tenho a estranha sensação de que vocês não voltam

Por que sempre chove em mim?
Será que é por que eu menti quando tinha 17 anos?
Por que sempre chove em mim?
Mesmo quando o sol brilha, não posso evitar os raios

Não posso me suportar
Estou sendo segurado por homens invísiveis
Deixo minha vida numa concha
Quando penso em outras coisas
Dias de sol, para onde vocês foram?
Eu tenho a estranha sensação de que vocês não voltam

Por que sempre chove em mim?
Será que é por que eu menti quando tinha 17 anos?
Por que sempre chove em mim?
Mesmo quando o sol brilha, não consigo evitar os raios

Oh, onde estão os céus azuis?
E por que chove tanto?
Está tão frio

Deus abençoe...sempre!!!

domingo, agosto 13, 2006

Images...




Syd Barret



Comprei a RockLife deste mês e fiquei emocionado com a reportagem sobre os "gênios Loucos" como Brian Wilson, Anarldo Baptista e Syd Barret (Crazy Diamond), e o que me chamou a atenção foi que a edição já estava fechada quando eles souberam da morte deste superfodão da música universal...Syd nasceu em Cambridge (Inglaterra) com o nome Roger Keith Barrett, e recebeu o apelido de "Syd" quando tinha 15 anos sei lá porque...e toda matéria foi escrita como se ele estivesse vivo. Conta fatos que eu nunca tinha lido sobre ele, e o que me fez viajar e pintar na cabeça pra sempre, foi quando ele só no seu quarto, começou a pintar o chão até ficar no centro da sala preso esperando a tinta secar...putz...isso é encantador e poético tal como uma revoada de borboletas amarelas, que eu vi num final de tarde numa chácara em 2004, durante um ensaio...Um papo que rola na net e que a revista não propagou é de que Syd assistia catatônico à televisão e que cuidava de jardins, e que ele estava bem e que preparava material inédito (quem dera....), e até conversas entre John Lennon e Syd durante as gravações de The Piper no estúdio de Abbey Road.
Realmente, é impossível separar o Pink da figura do Syd (mesmo que ninguém queira fazer isso...vc quer?)...ambos soam singular, e quem sabe sua morte seja um fator pra volta da banda como tanto esperamos, mesmo com um Waters sequelado e brigão...seria um orgasmo ver todos tocando Shine you crazy diamond com um telão atrás com fotos e imagens do Syd (tal como no Live8), mas com a certeza de que tudo se fez novo, para o bem de todos que já não aguentam mais a sede de contemplar o Pink Floyd d novo, mesmo sem Barret.

Viva Syd Barret!!!

segunda-feira, julho 17, 2006

Viagem





Tocamos em Breves PA neste final de semana, e viajar como banda é fantástico, melhor ainda sendo acompanhado de minha namorada Melina que conheceu minha cidade natal e alguns parentes q ainda moram lá. Fomos de Barco (legalzinho até) e mt bagunça! pois além do Genezis (Daniel, Carla, Ppeu, Alexandre Avellar, PC Segundo, Miagi, Otto e Nenga) foram como já disse Melina, Onny, Gil, e o Anderson (Dj do show). Fomos bem recpcionados e levados pra um hotel da cidade...fizemos tv e passeamos...no dia seguinte passamos o som pela tarde e tocamos ás 22hs...o som estava mt bom, com um público legal (levando em conta de ser uma cidade provínciana) cerca de 3oo pessoas...enfim, uma viagem mt boa que servirá de experiência p/ as próximas...Graça e Paz Sempre!!!


sábado, julho 08, 2006

Fotos (Mairi 07-11-2004)






O Vento
Los Hermanos
Composição: Rodrigo Amarante

Posso ouvir o vento passar,
assistir à onda bater,
mas o estrago que faz
a vida é curta pra ver...
Eu pensei..
que quando eu morrer
vou acordar para o tempo
e para o tempo parar:
Um século, um mês,
três vidas e mais
um passo pra trás?
Por que será?
...vou pensar.

- Como pode alguém sonhar
o que é impossível saber?
- Não te dizer o que eu penso
já é pensar em dizer
e isso, eu vi,
o vento leva!
- Não sei mas
sinto que é como sonhar
que o esforço pra lembrar
é a vontade de esquecer...
e isso por que?
Diz mais!
Uh... se a gente já não sabe mais
rir um do outro meu bem então
o que resta é chorar e talvez,
se tem que durar,
vem renascido o amor
bento de lágrimas.
Um século, três,
se as vidas atrás
são parte de nós.
E como será?
O vento vai dizer
lento o que virá,
e se chover demais,
a gente vai saber,
claro de um trovão,
se alguém depois
sorrir em paz.
Só de encontrar... ah!...

LOS HERMANOS

Essas fotos eu tirei no show (MAIRI) deles aki em Macapá, foi um show inesquecível (pena que eu estava só), mas curti até o último momento, e uma canção nova sempre vem, mas essa (Último Romance)ficou cravada em mim pro resto da vida...Letra boa, Harmonia excelente, arranjo perfeito...Los Hermanos...


Ultimo Romance
Los Hermanos
Composição: Rodrigo Amarante

Eu encontrei-a quando não quis
mais procurar o meu amor
e quanto levou foi pra eu merecer
antes de um mês eu já não sei
e até quem me vê, lendo jornal
na fila do pão sabe que eu te encontrei

E ninguem dirá
que é tarde demais
que é tao diferente assim
o nosso amor
a gente é quem sabe pequena

Ah vai! Me diz o que é o sufoco que eu te mostro alguém
a fim de te acompanhar
e se o caso for de ir a praia
eu levo essa casa numa sacola

Eu encontrei-a e quis duvidar
tanto clichê
deve não ser
voce me falou
pra eu não me preocupar
ter fé e ver coragem no amor
e só de te ver
eu penso em trocar
a minha tv num jeito de te levar
a qualquer lugar
que você queira

E ir onde o vento for
e pra nós dois
sair de casa já é
se aventurar

Ah vai! Me diz o que é o sossego que eu te mostro alguém
afim de te acompanhar
e se o tempo for te levar eu sigo essa hora
pego carona
pra te acompanhar




RONIX777

Um pouco mais do trabalho fantástico desse brother que é mt bom (e em constante evolução) em gráfico, que mora aki em Macapá e q sempre está disposto a avançar o cenário alternativo cristão. E com certeza há mt talento no som dos caras que estão gravando o primeiro cd como PROFECYA (primeiro projeto deles) o som é bom e rola em Belém numa FM Gospel, tenho a certeza de que eles vieram pra mudar o cenário gospel aki no Amapá/Norte?Brasil e o mundo...é tudo uma questão de tempo...





domingo, julho 02, 2006

O preço de tentar ser o bom moço...


Pra tudo tem um preço eu sei, e tem q haver um preço um tanto quanto caro pra dar um gostinho a mais, mas eu não posso me conformar com a falta de discernimento de pessoas que amamos, pô... e se tem algo que eu preservo são minhas amizades, pois amizade por si só é verdadeira, mesmo rolando d vez em quando uns stress lights aki e ali(normal)...No entanto, tenho amigos que não se batem por isso e por aquilo, muito das vezes picuínhas, outras, coisas sérias mesmo...mais o barato scroto é que por ser o bom moço sempre (tipo o Bené do Cidade d Deus q é o figura q agrega extremos) fica aquele pé atrás do resto do povo, pô eu me relaciono bem com os conhecidos, e me entrego na moral aos amigos, e isso parece ser uma diplomacia palha aos olhos d uns e fica essa situação confusa e agressora de "background"...e eu me preocupo sim com a minha imagem, afinal vivemos em sociedade, e não estou insento das consequências, uma decisão por mim tomada me leva ao ponto exato de qual muitos já saíram há tempos, o de ser mais seletivo...mas isso é extremamente perigoso tanto quanto tentar criar amizades, e então prefiro ficar nessa rota sem me perder, e deixar que as pessoas c afastem por si só, é natural do ser humano ir pro lugar onde é mais confortável e promissor, enquanto isso fico aki pirando e me divertindo com meus amigos sempre dispostos, mesmo quando me chamam de "cabaço" por não sair mais com frequência, e tenho uma pá d coisas enlouquecedoras pra cumprir, e quem está próximo sabe disso...
P.S:
...Apenas me sentindo um pouco importante...só...

domingo, junho 04, 2006

Preconceito Musical e o Avanço do Alternativo




Olha só...eu pedi pra um figura add a comunidade da GENEZIS BAND (orkut) na comuna do RADIOHEAD BRASIL e simplesmente ele me disse q uma banda gospel não tinha nada a ver com o Radiohead...pô velho essa foi d me deixar puto da vida com esse moderador d uma das comunas do Radiohead...Será q o Tom Yorke e tds da banda iriam fazer a mesma coisa? É difícil engolir tanta imaturidade, e muitos não sabem o q há por trás das canções...YA BASTA! de preconceito racial, religioso, etc...e agora senti na pele o q o Oficina G3 passa quase td tempo...mas o Afram está na capa da Cover Guitarra, e aí? talvez c o cara visse nosso trabalho no Bandas de Garagem a idéia poderia mudar (ou não)...
Semana passada o Paulo (Zab) m falou algo sobre o Mombojó e sobre um Congresso d Música Independente...estamos afim d ir e levar alguém da Stereovitrola...e o Zab tem uma ternura com relação aos trabalhos culturais alternativos que está terra gera, sendo ele ativista desse movimento, é flexível e maduro o bastante pra fazer uma relação entre o Mombojó e o nosso trabalho (tendo em vista o livre acesso aos materiais fonográficos e etc)...e isso é um avanço! chega d preconceito...somos uma banda de Rock Gospel tão preocupados com o crescimento do nosso Estado, quanto os meninos da Stereovitrola (somos orgulhosos d tê-los como amigos e por gravarem no nosso stúdio), Naldo Maranhão, Roni Moraes, bandas de Rock, grupos d teatro, (ex: do Alenk)...enfim...o lance é avançar, atropelando os toscos sectários, e fazer o q é possível, temos um Stúdio (agora são 2) e só faltamos implorar pras pessoas que querem gravar algo, ontem mesmo eu pertubei o Nelson (Pierrot) pra concluir o trampo deles, falei tb com a Palheta Perdida q inclusive já está gravando, nesse bimestre vamos gravar o cd do Roni e vários brothers q estão afim d dar um gás no cenário...
SOBRE MOMBOJÓ VER: http://www.ocontadordehistorias.blogger.com.br/
SOBRE A STEREO: link abaixo¬

SOBRE A PIERROT: Eles têm uma comunidade no Orkut (Banda Pierrot)

terça-feira, maio 30, 2006

The Band



Tods muitos bons mesmo, e bem família rockinroll...
Esses são os brothers q tocam comigo (ou eu toco com eles), não vou citar nomes pq tds conhecem...mas, pela globalização, os superamigos são:Segundo(Drums), Alexandre Avelar(Guitar), Tássio Callins(Bass). A química q tá rolando é sem dúvida singular, até a "Palavras" da Genezis ficou muito boa!!! e com a Rebeca no vocal. E vamos completar um ano no Fígaro em julho ( vai rolar um festão!!!)...viva a música na veia d cada um, pois quem não toca...gosta d ouvir uma boa música.